Nunca arriscou dizer
que seria ele, sim.
Fingia não saber...
mas as palavras estavam grudadas
em todo o seu corpo,
ditas por ele numa encruzilhada.
Eram noites disfarçadas de sonhos.
Tinham suas próprias idéias
daquilo que era importante.
Com a mão direita ele lhe
apontava o céu.
Ela respirava o ar da súbita descoberta
de que sempre se sabe mais do
que se imagina.
Caminhavam insistentemente
para não chegar em lugar algum.
Queriam compartilhar os passos,
lado a lado,
sem temer as despedidas.
dimanche, décembre 11, 2005
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4 comentários:
:)
Não me caibo de orgulho.
Pelo nome do Blog, creio que a brincadeira seja comentar, ou dar um novo nome, ou ambos.
Beleza.
Que tal "Tatuado pelo amor".
A11?
What the fuck?
lindo e noturno, ein moça? adorei
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